quarta-feira, 17 de março de 2010

"GRAÇAS A DEUS ESTOU VIVA", DIZ HELENA RANALDI

Aliviada por seu filho não estar no carro, ela diz que seu veículo blindado a salvou.

A atriz Helena Ranaldi viveu momentos de pânico no ultimo domingo, a atriz estava em sua pajero com o namorado próximo à entrada para a linha amarela, na barra da tijuca, zona oeste do Rio, quando percebeu a aproximação de duas motocicletas em que estavam quatro assaltantes.
Ela acelerou e conseguiu furar o bloqueio. Os bandidos responderam com tiros, mas, como o carro era blindado, ninguem se feriu.
"Graças a Deus estou aqui viva. E graças a meu carro blindado", disse Helena, que ficou aliviada ainda porque seu filho Pedro, de 10 anos, não estava no carro.
Foi a primeira vez que a atriz protagonizou uma tentativa de assalto no Rio e não descarta a hipótese de deixar a cidade. Ela disse ainda que só teve a reação de acelerar porque seu carro é blindado e sabia que estaria protegida.
"Aqui no Rio foi a primeira vez que fui assaltada. Infelizmente aconteceu este episódio horrivel. Continuarei morando aqui por enquanto, mas não descarto a hipótese de morar num lugar mais calmo. É preciso chamar a atenção para esta questão da violência que vivenciamos hoje" disse Helena, que já sofreu um assalto a mão armada em São Paulo, há sete anos.
Após a tentativa de assalto, a atriz, nervosa, foi a 16° DP registrar queixa. O veículo chegou a ser analizado mas não foi possível descobrir o calibre dos dois projéteis que o atingiram. Sua Pajero será agora periciada pelo Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), no centro do Rio.

Sandro Almeida
Consultor de Segurança

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Palavra do Consumidor!!!


Otávio Mesquita
Minha primeira blindagem foi nos anos 90. Resolvi blin­dar meu carro por motivos óbvios: insegurança, índices alarmantes de assaltos e por ser uma pessoa pública. Já so­fri quatro tentativas de assalto (incluindo tiros – um no vidro e um na porta) e uma tentati­va de seqüestro. Não reagi em nenhum dos casos, simples­mente ignorei os assaltantes. No caso dos tiros que atingi­ram meu carro, o bandido or­denou que eu saísse do veículo apontando uma Glock preta em minha direção. Como já ti­nha conhecimentos básicos de armas, vi que poderia dar ré e fugir do local, já que na frente havia um carro do comparsa do assaltante. Jamais esque­cerei os dois tiros que ele deu. Na tentativa de seqüestro, fugi com o carro pois os ladrões es­tavam com revólveres de mão. Eles nem atiraram.Já blindei vários veículos e re­comendo que as pessoas blin­dem seus carros em empresas que tenham seus Certificados de Registros atualizados junto ao Exército Brasileiro (CR). Sei que existem blindadoras por aí que oferecem blindagem apenas dos vidros, o que é uma total falta de responsabilidade, pois o condutor do automóvel se sente protegido e passa a ter reações iguais às daqueles que têm uma blindagem comple­ta. Isso é um convite à morte. A minha mulher e meus filhos também andam com carros blindados e ainda acompanha­dos de seguranças.

Palavra do Consumidor!!!


Amaury Jr.

Possuo carro blindado há mais de quatro anos. Antes de utili­zar veículo blindado, fui assal­tado quatro vezes. Fiquei sob a mira de assaltantes. Quando passei a usar a proteção, não sofri mais nenhuma aborda­gem. Meus filhos também utili­zam carros blindados.Adotei essa postura por conta de meu trabalho, que exige a presença em eventos noturnos e o retorno para casa apenas de madrugada. Sinto-me mais seguro dentro de um carro blindado, mas a tensão perma­nece. Não sei como reagiria ao ser abordado. Talvez necessite de um exercício de simulação para me tranqüilizar.

Palavra do Consumidor!!!




César Filho
Eu e minha mulher temos carros blindados. Optei por esse tipo de proteção há sete anos, depois de ter sido as­saltado três vezes. Mas, an­tes de escolher a blindadora, me aprofundei no assunto, conheci várias empresas e assisti a testes balísticos. Por isso, me sinto totalmente se­guro dentro de meu carro. Não penso mais em circular pelas ruas de São Paulo em um carro sem proteção. Mes­mo dentro do carro, aprendi que não posso ficar desaten­to. O usuário de carros blin­dados tem que saber como se comportar no interior do veí­culo para não ter surpresas. Todo cuidado é pouco!

terça-feira, 6 de outubro de 2009

O que é a blindagem automotiva?



Blindagem é a proteção contra projéteis balísticos, concebida ou incorporada a automóveis, veículos de transporte de valores, militares, caminhões e outros tipos de carros. O processo é feito tanto na parte opaca do veículo (lataria) quanto na transparente (vidros), garantindo máxima segurança, conforme estipulado.

Na parte opaca do veículo, a proteção é construída com chapas de aço ou com mantas de aramida. Estas são a junção de várias camadas de tecido balístico, que com seus fios de fibra especial entrelaçados absorvem a energia do impacto de projéteis. Teto, colunas, porta-pacote (atrás do banco traseiro), portas, maçanetas e parte de trás do espelho retrovisor são locais que devem receber a proteção. As rodas também recebem dispositivos para possibilitar a rodagem do pneu mesmo quando murcho.

Na área transparente do carro, vidros originais são substituídos por vidros blindados. Esses devem permitir a segurança contra o projétil, enquanto preservam o necessário grau de transparência, para não afetar as condições de dirigibilidade. Os vidros blindados são construídos com camadas intercaladas de vidro e polímeros (policarbonato, poliuretano etc.), formando assim conjuntos laminados capazes de resistir aos tiros.


Sandro Almeida - Consultor de Segurança

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Carro Blindado!!!

A cada dia, mais pessoas no Brasil falam de blindagem e da segurança que ela proporciona. É um mercado em expansão. Há pouco mais de dez anos, eram poucos os compradores de veículos blindados. A violência não era tão intensa como hoje. O reflexo dessa nova realidade está no número de carros à prova de balas produzidos – 3.123 no ano passado, contra apenas 388 em 1995. Até Dezembro de 2003, de acordo com a mais recente estatística oficial, a produção somou 22.005 veículos.Mas a "popularização" desse instrumento de proteção, que alia exigências legais com tecnologia avançada, também apresenta problemas. Muitos falam sobre blindagem sem ter a necessária especialização. Com isso, é comum a existência de erros, em função da falta de conhecimento, seja em veículos de imprensa ou mesmo em boletins de empresas do setor.Este Blogger tem o objetivo de minimizar esses erros e tornar o assunto blindagem ainda mais veiculado e claro.Neste Blogger, o leitor encontrará respostas às principais perguntas feita por consumidores de veículo blindado; conhecerá as partes do carro que devem ser blindadas para garantir a segurança do usuário; lerá depoimentos de personalidades que utilizam veículos blindados; saberá mais sobre legislação, fiscalização e regulamentação do setor, além da necessidade de manter um relacionamento ético entre as empresas de blindagem e entre essas e o consumidor final. De forma simples e direta, este Blogger visa prestar um serviço de consultoria ao cliente que esta em busca de informações seguras e precisas antes de blindar seu veículo.Os grandes beneficiados serão os consumidores finais dos produtos blindados, que terão melhores condições de analisar as propostas e, assim, minimizar o risco de serem envolvidos por aqueles que visam apenas o lucro e não a segurança dos usuários.
Sandro Almeida
Consultor de Segurança - fonte (Abrablin)

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Segurança é o mais importante na hora de escolher a Blindadora.


Existem mitos sobre a blindagem de automóveis. Alguns desses mitos, além de colocar vidas em risco, atentam contra a inteligência do consumidor. É por isso que, antes de com­prar um carro blindado, é pre­ciso levar em consideração não apenas o preço e o acabamento da blindagem, mas, acima de tudo, a segurança.Um dos mitos mais co­muns diz respeito ao peso. Não é novidade que o peso acresci­do ao veículo com a blindagem pode prejudicar o desempenho do motor. Por isso, muitas em­presas buscam a redução do peso dos materiais utilizados. Na hora de fechar negócios, algumas alardeiam que a ca­bine de um sedan fica protegi­da contra disparos de pistolas 9mm ou de revólveres Mag­num 44, com acréscimo de apenas 100Kg. Para se ter uma idéia, só os vidros blindados de um Omega, por exemplo, pesam em média 160Kg (nível III-A – 21mm).Em contrapartida, não se pode vincular o nível de proteção à espessura dos materiais (vidro, aço, manta etc.). As normas técnicas es­pecificam contra quais projé­teis um determinado nível de blindagem deve resistir e não a espessura dos materiais. Caso contrário, não haveria progresso tecnológico.É verdade que o uso de mantas de aramida no lugar do aço reduz o peso da blinda­gem. Mas o aço não pode ser dispensado porque as mantas não têm resistência mecânica nas bordas. Por isso, é neces­sária a utilização do aço em diferentes partes do veículo, como nas portas, colunas, nas bordas das mantas e dos vidros. Só assim a cabine es­tará protegida.É preciso que o con­sumidor fique atento a isso.Como procederantes da compraNo momento de decidir onde blindar seu carro, é pre­ciso inicialmente verificar há quanto tempo a empresa está no mercado. Não se preocupe, no princípio, com o custo da blindagem e a garantia que a empresa oferece. Estes não de­vem ser os únicos itens levados em conta. O mais importante é saber se a blindagem lhe dará a segurança necessária.Exija que a blindadora mostre o seu Certificado de Registro (CR) no Exército. Sem este documento, a em­presa não pode atuar no seg­mento, uma vez que o carro blindado é um produto sob controle. Questione se os materiais utilizados na blin­dagem foram aprovados em testes feitos pelo Exército e se isso pode ser comprovado por uma cópia do Relatório Técni­co Experimental (ReTEx) ex­pedido pelo próprio Exército.Não se contente em co­nhecer o showroom da blin­dadora. Visite o local onde a blindagem é executada. Pro­cure saber antecipadamente quanto tempo levará o servi­ço. Algumas empresas dispo­nibilizam fotos da evolução do processo. Isso pode ser a ga­rantia de que seu veículo está realmente recebendo a blin­dagem oferecida.Escolha o nível de blinda­gem de acordo com sua neces­sidade de segurança (veja ta­bela na página ao lado). Todas as descrições utilizadas pelas empresas devem indicar, a resistência aos projéteis, equi­valente aos níveis definidos pelo Exército. Certifique-se de que a blindagem será realiza­da tanto na parte transparen­te (vidros), quanto nas áreas opacas. Toda a cabine deve es­tar protegida, já que o Exército proíbe a blindagem parcial.
Sandro Almeida
Consultor de Segurança